
Tarô e Jung
Tarô é um sistema interativo de divinhação que usa um jogo de artimanhas psicológicas - representados por um conjunto de 78 cartões - estimular a intuição e provoca novos pontos de vista.
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O Tarô, como já dito anteriormente, não tem como principal função prever o futuro. O que ele faz melhor é guiá-lo através de suas dúvidas e questionamentos, ajudando-o a tomar decisões que podem ser melhores para você. O psicólogo Jung fez um estudo do Tarô e viu em suas cartas um ótimo instrumento de auto-conhecimento e psicanálise, devido a seus símbolos, arquétipos e mitos nelas ilustradas.
No livro Tarô: Uma viagem arquetípica, Jung analisa o fenômeno da sincronicidade, representado pelas coincidências provocadas por sugestão das cartas do Tarô, ou atos do próprio indivíduo. Ele diz que, às vezes, a significação das cartas pode ser erroneamente interpretada, levando o consulente a identificar pessoas ou situações que não correspondem à realidade.
Para melhor entendermos essa questão, vamos tomar como exemplo o Cavaleiro de Espadas, que é uma carta onde a imagem de um homem forte e possível traidor aparece. Se a pessoa tirar essa carta e identificar na figura do Cavaleiro de Espadas algum inimigo ou conhecido, pode acabar por tratá-lo mal, evitá-lo, etc, o que conseqüentemente levaria esse relacionamento ao fracasso e final. A previsão, então, se concretizaria. Mas até que ponto essa pessoa foi a responsável direta por isso?
Nosso conselho é que, ao consultar o Tarô, é importante interpretar suas cartas com cuidado e atenção. Olhe para as cartas, reflita sobre suas figuras e símbolos e lembre-se sempre que o ser humano é dotado do livre-arbítrio e tem o poder de traçar seu próprio destino.
Adoro vocês, não passo um dia sem ver meu horóscopo! Bjs!
Valeska Priscila - Belo Horizonte